O Homem que Engarrafava Nuvens estreia 15 de Janeiro de 2010

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O documentário “O Homem que Engarrafava Nuves” será lançado no dia 15/01/2010 em 3 salas de cinema de Belo Horizonte, e também no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Salvador.

O documentário musical de Lírio Ferreira, diretor de filmes premiados como “Árido Movie”, “Cartola” e “Baile Perfumado”, apresentadopor Good Ju-Ju, Asylum Films, Lereby, Total Entertainment, Espaço Filmes e Petrobras.

Quando pensam na música brasileira, pensam em Samba e Bossa Nova.

Entre os períodos de explosão desses dois ritmos existe uma década esquecida, na qual um ritmo nordestino foi levado ao sul, tomando o país como uma tempestade, e que logo se espalhou pelo mundo.

O BAIÃO é o mais excitante e autêntico de todos os sons brasileiros.

“O Homem que Engarrafava Nuvens” conta a história do Baião através da ascensão e da queda do seu principal proponente, o letrista e compositor conhecido como “O Doutor do Baião”.

ESTRELANDO:
Alceu Valença, Anselmo Duarte, Assis Vaqueiro, Azulão, Banda Cabaçal dos IrmÃos Aniceto, Bebel Gilberto, Belchior, Caetano Veloso, Calé Alencar, Carmelia Alves, Cego Antônio, Cego Geová, Cego Oliveira, Chico Buarque, Chico Freitas, Cordel do Fogo Encantado, Cristiano Câmara, Dalton Vogler, Dalva de Oliveira, Daniel Filho, David Byrne, Denise Dummont, Dona Edith, Elba Ramalho, Teixeira Júnior, Fausto Nilo, Forró in the Dark, Gal Costa, Gilberto Gil, Ilka Soares, Ivanira Teixeira, Lenine, Lirinha, Margarida Jatobá, Maria Bethânia, Marlene Teixeira, Mauro Refosco, Mestre Aldenir, Mestre Expedito Seleiro, Miho Hatori, Muniz Sodré
Nirez (Miguel Ângelo de Azevedo), Nonato Luiz, Orquestra Sanfônica, Os Mutantes, Otacílio, Otto, Patativa do Assaré, Pedro Bandeira, Raimundo Fagner, Raul Seixas, Ricardo Cravo Albin, Senador Inácio Arruda, Sivuca, Tárik de Souza, Wagner Tiso e Zeca Pagodinho

SINOPSE:
Do premiado diretor de Árido Movie, Cartola e Baile Perfumado, o documentário devolve a vida a uma década esquecida da música brasileira através da história de Humberto Teixeira.

Teixeira foi um dos compositores mais prolíficos na música popular brasileira e responsável pela criação de um dos estilos mais importantes, o “Baião”. Ele foi responsável por clássicos como Adeus Maria Fulô e Asa Branca, a segunda canção mais popular no Brasil. A sua subida ao estrelato nos anos 50 foi meteórica, mas foi eclipsada pelo seu parceiro, Luiz Gonzaga, o ícone que imortalizou suas canções e tornou-as mais conhecidas na cultura brasileira.

Com a chegada da Bossa Nova, o Baião e Humberto Teixeira afundaram-se na obscuridade. Nas décadas seguintes, a sua música só era ocasionalmente registrada, por exemplo, em resposta à ditadura militar de 1964.

O documentário acompanha a filha de Humberto Teixeira, Denise Dummont, em uma viagem para aprender mais sobre seu pai. O Homem Que Engarrafava Nuvens é uma celebração da obra artística e musical de Teixeira e de sua contínua influência. Teixeira tem expressiva importância não somente através de seu trabalho como advogado lutando pela proteção de direitos autorais dos artistas no Brasil, mas também pela sua devoção à divulgação da música brasileira no resto do mundo. O documentário é uma celebração do próprio Brasil. O Baião é redescoberto agora e registrado por algumas estrelas mais vibrantes do país.

BREVE SINOPSE

Documentário-musical sobre a vida e a obra do compositor, advogado, deputado federal e criador das leis de direito autoral, Humberto Teixeira, também conhecido como “O Doutor do Baião” por ser o autor de clássicos populares como Asa Branca.

O DIRETOR
Co-diretor de Baile Perfumado (1996), realizado em parceria com o conterrâneo Paulo Caldas, uma biografia de Benjamim Abrahão, único fotógrafo e cinegrafista que fez registros do cangaceiro Lampião e seu bando. Premiado em Brasília, o filme é considerado uma das revelações da geração de cineastas brasileiros surgida em meados dos anos 1990. Pernambucano radicado no Rio de Janeiro, tem em sua filmografia os curtas O Crime da Imagem (1994), That’s a Lero-Lero (1995), e Assombrações do Recife Velho (2000), em co-direção com Cláudio Barroso e Adelina Pontual, além do roteiro do curta Chá (1994), do amigo Paulo Caldas. Dirigiu e roteirizou videoclipes para vários artistas. Em 2005, Árido Movie, o seu segundo longa-metragem, foi selecionado para a mostra Horizontes do Festival de Veneza e estreou no Brasil no Festival do Rio. No ano seguinte, o filme participou do 10º Cine PE, onde ganhou os prêmios de melhor filme, direção, ator coadjuvante (Selton Mello), fotografia, montagem e o prêmio da crítica, além de, no 10º Festival de Miami, ter ganhado o prêmio de melhor direção. Em 2007, lançou a cinebiografia Cartola em parceria com Hilton Lacerda, premiado roteirista de Árido Movie (2004) e Amarelo Manga (2002).

O DIRETOR DE FOTOGRAFIA
Renomado cineasta e diretor, Walter Carvalho trabalhou ao lado de grandes nomes do cinema brasileiro, como Glauber Rocha (Jorge Amado No Cinema, 1979) e Nelson Pereira dos Santos (Cinema De Lágrimas, 1995). Foi premiado em vários festivais de cinema ao redor do mundo, inclusive com o “Silver Camera” no 17o Film Camera Festival na República da Macedônia em 1996 por Terra Estrangeira. Ganhou a Câmera de Ouro em 1998 por Central do Brasil e também em 2002 por Lavoura Arcaica. Foi o grande vencedor da cobiçada “Golden Frog” no VI International Film Festival of the Art of Cinematography – CAMERAIMAGE 98, Poland por Central do Brasil.
Estabeleceu com o diretor Walter Salles (Diários de Motocicleta, 2004) a sua sociedade mais consistente, em filmes como Abril Despedaçado (2001), O Primeiro Dia (2000), Terra Estrangeira (1995) e Central do Brasil (1998) indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro no ano seguinte.

Ele também trabalhou como diretor de fotografia em alguns dos filmes brasileiros mais louvados dos últimos anos, como Amarelo Manga, (2002), Carandiru (2003), Crime Delicado (2005) e Santiago (2007), filme adquirido pelo MOMA.

Dirigiu pela primeira vez Janela da Alma (2001), documentário aclamado pela crítica. Em seguida dirigiu com Sandra Werneck o drama Cazuza, O Tempo Não Pára (2004). Em 2006 realizou o seu segundo documentário, Moacir Arte Bruta, que também foi adquirido pelo MOMA.

Entre seus trabalhos mais recentes estão O Céu de Suely (2006), Baixio das Bestas (2006), Chega de Saudade (2007) e Cleópatra (2007).
Em 2009, lançou mais um filme como diretor, Budapeste, adaptação da novela escrita por Chico Buarque.

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